quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A Compreensão Franciscana do Homem - 25ª parte


Os trovadores iam de castelo em castelo cantando o amor-cortês. Os cavaleiros andavam na sua busca influenciados por este modo de viver. Francisco certamente ouviu demais falar desta virtude bastante presente nas gestas dos paladinos, nos romances do ciclo do Rei Artur, nos contos narrados por sua mãe. A cortesia entra na sua mística: “Mansidão, gentileza, paciência, afabilidade mais que humana, liberalidade que ultrapassa seus recursos, eram sinais de sua natureza privilegiada que anunciavam já uma efusão mais abundante ainda da graça divina neles”( LM, 11)

Este texto é uma espécie de “semântica da cortesia”, que vai preparando um quadro de objetiva disponibilidade para a santificação. Francisco era cortês por natureza; isto fazia com que estivesse sempre preocupado pelos direitos dos outros, repartindo tranqüilidade e alegria.

Este artigo continua amanhã

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