sábado, 23 de junho de 2007

Reconciliação com a Natureza - Final

Ao mergulhar no mistério de Deus e de si mesmo, Francisco descobre a fonte de tudo e sente-se ligado a todas as coisas e pessoas, porque elas não estão jogadas por aí ao alcance das mãos. Ele não se coloca sobre as coisas, mas junto delas, como irmão na mesma casa. Ao colocar-se no mesmo nível das criaturas, Francisco não se define pela diferença com elas, mas pelo que tem em comum.
Desse modo de ser é que nasce a Pobreza. Pobreza, mais uma vez relembro, não é categoria econômica, mas é o modo de relacionar-se na igualdade: pobreza, no sentido franciscano é: deixar as coisas e as pessoas serem! É a renúncia de querer dominá-las, submetê-las e usá-las como objeto de Posse e Poder! O verdadeiro pobre se sente livre e fraterno para comungar com todas as coisas, porque não tem nada a perder, só tem sempre algo a acrescentar. “Buscai primeiro o Reino do Amor e tudo mais vos será dado em acréscimo!”.

4 comentários:

Anônimo disse...

Lindos textos! Agora poderemos refletir melhor sobre a nossa caminhada como franciscanos através dessas mensagens maravilhosas que nos reavivam a cada instante de nossas vidas... Obrigada por ser nosso Pastor! Que o Senhor o ilumine e te dê a Paz! Alessandra Padial

Anônimo disse...

Frei Vitório e Moacir, parabéns pela iniciativa de abrir no site da Província um espaço de inteira responsabilidade de quem escreve, sem passar pela censura de quem quer que seja. O blog é um espaço da liberdade de pensar e expressar em público o que se pensa, como nos garaante o Art. 5 da Constituição de 1988.
Parabéns e muito êxisto no trabalho. Frei Alamiro.

Anônimo disse...

Frei Vitorio.
Paz e Bem!

Muito bom esta iniciativa.

Moito obrigado pelo a qualidade dos textos!

Abraço!!!!!!!

Joaquim

Jorge Schmidt disse...

Olá Frei Vitório,
Tenho acompanhado as notícias da província Franciscana sempre pelo Site oficial, agora descobri seu Blog. Sempre gostei de ler seus artigos e reflexões, testemunho aqui que os mesmos estão sempre antenados com o nosso tempo, trazendo o carisma franciscano numa releitura que o torna atual e em consonância com as necessidades que se apresentam neste mumdo tão cheio de incertezas e necessitado de palavras de alento e esperãnça.
O caminho tantas vezes esquecido está tão perto, pena que a humanidade relute tanto em reconhecê-lo.
Um grande abraço

Jorge Schmidt - Florianópolis -SC
jorge.schmidt@bol.com.br