quinta-feira, 24 de abril de 2008

O TAU COMO IDEAL


No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1200 prelados, 412 bispos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9,1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU vibrante de cuidado e ternura, a misericórdia aprendida de seu Senhor.

Imagem: São Francisco e São Domingos, no Convento de S. Sabina

Um comentário:

Anônimo disse...

Sem dúvida o TAU é um ideal, mas acreditamos ser o TAU cravado nos corações de todos os franciscanos, uma forma de vida em busca de um ideal maior - A Divindade, o Sagrado, Deus nosso Senhor, Grande e Magnífico, Altíssimo e Onipotente, "o Bem, o Sumo Bem". Sugerimos a leitura do livro O TAU, UM SINAL, UMA ESPIRITUALIDADE - DE Mariano Bigi, Ed Vozes.
Paz e Bem !!!
Aless, Maira e Otávio