terça-feira, 20 de maio de 2014

PORQUE SOU LIVRE, SOU RESPONSÁVEL - VII


Que  experiências significativas estou oferecendo ao mundo? Que força reparto, com que Força eu vou? Se tiver comigo duas ou três pessoas que querem a mesma coisa: transformo  e  transformamos o mundo!

Com que ousadia  enfrento o domínio do poder. O poder corrompe até os bons. Como administro o sombrio que acompanha a vida? Quantas pessoas são para nós um pedacinho de sombras. Onde faço valer a minha luz? Não tenha medo de perseguições, porque luzes mais brilhantes são para serem apagadas mais cedo.

No oceano da vida como estou fazendo a minha travessia? Vivemos embarcados em projetos; há momentos que estes projetos podem naufragar, mas a vida continua. Tenho que dar continuidade à vida!

Na experiência religiosa do mundo e das pessoas, onde está Deus? Deus está muito na religião das pessoas, mas não aceite o poder da religião,  que para mostrar a glória de Deus diz que você não vale nada. Não acredite numa religião que joga Deus contra o humano. Isto é pedagogia religiosa, mas não é espiritualidade. Tem muita gente se arvorando em santidade, mas não tem nada de humanidade. Não adianta ser santo enquanto o mundo vai à breca. Indivíduo é um burguês espiritual. Sujeito é profecia.

Produza uma cultura de originalidade e não de clones. Seja político de um modo verdadeiro, no verdadeiro sentido da política: arranjo existencial para o bem comum, capaz de sacrifício em vista do bem comum.  A politica não é tudo, mas tudo tem uma dimensão política. A classe política nos representa sim: nós a colocamos lá através da nossa covardia e alienação. O sujeito ama e pensa o social na medida do amor; não herda uma política, mas sim a conquista.

continua...

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