segunda-feira, 24 de setembro de 2007

A Mística Franciscana e o Trabalho do Sefras - 3ª parte


O começo de Francisco foi entre os leprosos da época: gente contaminada, excluída, desamada e fora de qualquer privilégio social. No meio deles, Francisco começou a moldar o rosto de uma nova humanidade que abraça, acolhe, mora junto e faz da obra concreta uma fé pessoal, comunitária, social e cósmica, perpassada pela graça de Deus e inserida na realidade histórica.
Francisco foi às práticas bem concretas para que na sua época e em todos os tempos fosse diminuída a iniqüidade, a injustiça, a dor, o sofrimento, a miséria. Para Francisco, tudo era coexistência no Amor; viver lá no meio das situações humanas e desumanas, viver lá onde são urgentes todas as experiências marcantes do cuidado que dá vida e criatividade à fé que um dia aprendemos. Tudo o que passa pelo afeto e pelo coração vira mística! Aí Francisco se transformou num ser livre para amar!
Desenho de Frei Pedro Pinheiro
Amanhã, a continuação deste artigo

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