quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ANO DA VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA - Alguns Apontamentos - I


1. A reflexão que aqui iniciamos é uma escolha. Temos que entrar na vastidão do tema da Vida Religiosa Consagrada e buscarmos compreender a Identidade Teológica da Vida Religiosa Consagrada como Identidade de Vida Cristã. Ela é uma profusão de possibilidades temáticas, mas vamos procurar entender a sua Identidade.

2. Precisamos ir aos Documentos do Magistério porque tanto o Vaticano II como os Documentos vindos dos Papas querem levar adiante, na Igreja, uma reflexão teológica para que a Vida Religiosa Consagrada tenha uma experiência viva, teologal, fiel ao Evangelho, aos sinais dos tempos, e ao carisma cristão religioso.

3. A Vida Religiosa Consagrada pode ser identificada sob diversos aspectos: pastoral, eclesial, canônico e por sua inserção dentro da realidade. Não podemos pensar a Vida Religiosa Consagrada como uma realidade abstrata, conceitual ou ascética. Estamos falando é de um FATO DE VIDA, de um  ESTADO DE VIDA, com uma FUNÇÃO BEM CONCRETA.

4. Parece redundância falarmos de Teologia da Vida Religiosa Consagrada. Mas a realidade teológica da Vida Religiosa Consagrada supõe uma precisão importante: ela é uma experiência de FÉ! Ela é expressão e encarnação de experiências bíblica, histórica, teológica, jurídica, psicológica, sociológica e cristã. É UM ASPECTO RADICAL DA REALIDADE CARISMÁTICA DO SER CRISTÃO DA IDENTIDADE IGREJA.

5. A VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA É ANTES DE TUDO UM FATO TEOLÓGICO!

6. A funcionalidade da Vida Religiosa Consagrada é presença e serviço. É a consequência lógica de Ser Pessoa Religiosa Consagrada.

7. A Vida Religiosa Consagrada é comunitária! Vive-se em grupos, em fraternidades, em comunidades, portanto é um forte FATO SOCIAL!

8. A reflexão teológica da Vida Religiosa Consagrada é a sua constante renovação. Claro que a renovação não vem de uma elaboração teológica clara, mas de sua experiência vital. A renovação da Vida Religiosa Consagrada vem através da vida. Nasce da experiência e da Força do Espírito e na realidade vivida, cada dia, dos valores do Evangelho.

9. É um projeto existencial!

10. É mais um modo de ser do que um modo de fazer. A sua ação é consequência. Não consiste em fazer qualquer coisa, mas existir no mundo de maneira religiosa consagrada.

Continua

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