segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Palavra Franciscana


Francisco permaneceu porque tinha consciência historial.
A pertença historial gera força, coerência, pertença a uma grande família.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Palavra Franciscana


São Francisco é a Poesia do humano.
É o humano no movimento do caminho percebendo
o ritmo e o verso do próprio passo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Palavra Franciscana

Para Francisco, ser pobre não é estar sempre necessitado, mas estar sempre num movimento de busca.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Palavra Franciscana

Francisco, ao dispor-se à vida, ao buscar o que ele mesmo não sabia, deixou-se conduzir por um real confronto com o Evangelho e assim foi conduzido ao que procurava.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Palavra Franciscana


São Francisco nos ensinou que servir
é algo divino. Para ele, o próprio Deus
é o Grande Servo do Universo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Franciscanas palavras


Não diria São Francisco:
_ “Como Deus pode permitir uma coisa dessa?!”

Mas ele diria:
_ “O que Ele está querendo dizer com isto?”.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

SANTA CLARA CLAREOU


Minhas Amigas
Meus Amigos,
PAZ E BEM!

No dia de Santa Clara vamos tirar, do baú de tesouros da nossa MPB, uma música com todo o swing do samba rock do nosso grande Jorge Benjor...e vamos homenagear aquela que faz belo o nosso olhar, a nossa voz, o nosso ritmo!

SANTA CLARA CLAREOU
Santa Clara clareou
E quando aqui chegar
Vai clarear
Os meus caminhos
Salve Santa Clara!

De manhã bem cedinho
Com despertar alegre
Do canto dos passarinhos
Bonito como Deus gosta
O sol nasceu
Para a Vida e o Amor
Enxugando o sereno
Com seus raios solares
Cheio de esplendor
Com toda Beleza Celestial
Em homenagem
A Santa Clara

Jorge Benjor

Com abraço,
Fr. Vitório

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

SANTA CLARA DE ASSIS


“Escuta, filha, vê e presta atenção,
Esquece o teu povo e a casa de teu pai.
De tua Beleza se encantará o rei;
Ele é teu Senhor, inclina-te diante dele!”

(Salmo 44)


Chiara Favarone di Offreduccio nasceu a 16 de julho de 1194, em Assis. Seu nome, dado pela mãe, é a sua carteira de identidade: “Clara de nome, mais clara por sua vida e claríssima nas virtudes” (1Cel 8 ). Esta é a nossa Clara de Assis, Santa Clara, Mãe e Irmã, sopro do Espírito, luz para os que buscam as trilhas do sagrado e a plenitude do humano! Santa Clara morreu aos 11 de Agosto de 1253, no Convento de São Damião, aos sessenta anos, apertando nas mãos e no coração a Regra de Vida aprovada por Inocêncio IV, seu sonho, vocação e realização.

Aos dezoito anos, no dia 19 de Março de 1212, junta-se a Francisco de Assis, na Igreja de Santa Maria dos Anjos, a Porciúncula e, a partir dali, Assis e o mundo ganham um modo fascinante e próprio de encarnar o Evangelho. A gentil dama assisiense diz adeus aos projetos da família biológica, às ofertas do mundo, à sua beleza e aos dotes matrimoniais, à riqueza, ao palácio, castelo e nobreza, à presença na sociedade de Assis, e vai, com sensibilidade e coragem indomável, seguir os caminhos do Senhor numa nova família espiritual. Esta escolha juvenil teve as marcas da fidelidade por quarenta anos.

Na sua adolescência e juventude, antes de seguir radicalmente o Evangelho e o jeito de Francisco, Clara já acolhia, atendia, cuidava e nutria enfermos, pobres e leprosos. Distribuía sorrisos, presença, sopa, ataduras e aquele modo feminino de aliviar as misérias de então. Uma mulher como ela, destinada às cortes e aos príncipes, que encontra tempo para os que estão fora do status e da riqueza, só pode inaugurar um virtuoso caminho que leva à santidade.

Esta mulher bela, inteligente, amável, segura, piedosa e admirada, constrói no jeito natural de sua juventude, a grande fundadora da Segunda Ordem, as Damas Pobres, as Reclusas de São Damião, as Damianitas, enfim as Clarissas. Quem tem uma vida concreta arrasta atrás de si seguidoras: Inês e Beatriz, suas irmãs de sangue, sua mãe Ortolana, cinqüenta Irmãs naquele primeiro Mosteiro de Assis e tantíssimas Irmãs Clarissas espalhadas pelo mundo. Quem são as Clarissas? Vamos buscar a resposta nas Fontes primitivas:

O biógrafo medieval, Tomás de Celano, assim diz: “Este é aquele feliz e santo lugar em que, decorrido já o espaço de quase seis anos da conversão do bem-aventurado Francisco, teve feliz início, por intermédio do mesmo homem bem-aventurado, a gloriosa Religião e excelentíssima Ordem das Damas Pobres e virgens santas; neste lugar, viveu a Senhora Clara, oriunda da cidade de Assis, pedra preciosa e fortíssima, fundamento de outras pedras sobrepostas.(...) Ela foi posta como proveito para muitas e, como exemplo, para inúmeras. Nobre pela estirpe, mais nobre pela graça; virgem no corpo, castíssima no espírito; jovem na idade, mas madura no espírito; firme no propósito e ardentíssima no desejo do amor divino; dotada de sabedoria e de especial humildade.(...) Sobre ela ergueu-se a nobre estrutura de preciosíssimas pérolas, cujo louvor provém não dos homens, mas de Deus (Rm2,29), visto que nem a limitada faculdade de pensar é capaz de meditá-la, nem a concisa linguagem é capaz de explicá-la. Pois, antes de tudo, vigora entre elas a especial virtude da mútua e contínua caridade que de tal forma une as vontades delas que, morando juntas quarenta ou cinquenta no mesmo lugar, o mesmo querer e o mesmo não querer fizeram nelas de diversos um único espírito. Em segundo lugar, em cada uma brilha a gema da humildade que de tal modo conserva os dons concedidos e os bens recebidos dos céus que merecem as demais virtudes. Em terceiro lugar, o lírio da virgindade e da castidade de tal maneira asperge todas com admirável odor que, esquecidas dos pensamentos terrenos, elas desejam meditar unicamente os celestes, e de fragrância dele nasce tão grande amor para com o Esposo eterno nos corações delas que a integridade deste sagrado afeto exclui delas todo costume da vida anterior. Em quarto lugar, todas foram marcadas pelo título da altíssima pobreza a ponto de mal ou nunca consentirem em satisfazer a extrema necessidade do alimento e da veste” (1Cel 8, 18-19).

Juntemos a esta precisa descrição de Celano a verdade de que Clara e suas filhas tem a coragem de centrar toda a energia do amor no Único Esposo, um amor incondicional, um amor de intimidade; que encontram na oração e na contemplação os canais mais convergentes para o Divino; na quietude e na solicitude, na fraternidade e na atividade, na minoridade e na benignidade, a tarefa de amar e servir.

Clara e Irmãs Clarissas, tronco da mesma raiz, flores femininas da mesma planta; missionárias da prece, comunhão eclesial, guardiãs do melhor que o Carisma tem: revelação, inspiração, reconstrução. Elas cuidam do manancial de onde brota a nossa vida evangélica franciscana, água viva com sabor clariano, que não podemos deixar de beber. Na Festa de Santa Clara vamos pedir a bênção para a Mãe!
Imagem de Frei Dito

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pensamento Franciscano


Com o jeito de Francisco de Assis faça de
seu coração um “sine proprium”, então
você encontra a felicidade.
A felicidade não é você conquistar, mas você repartir.